Maternidade e biopolítica na Argentina: Gregório Aráoz Alfaro, El Libro de las Madres e o eugenismo (1870-1955)

Marisa Adriana Miranda

Resumo


O artigo propõe-se a historicizar a concepção biopolítica da maternidade na Argentina, durante a primeira metade do século XX. Para tanto, atém-se à figura do médico Gregorio Aráoz Alfaro que, nas duas primeiras edições do seu texto de divulgação científica El Libro de las Madres [O Livro das Mães], publicadas entre 1899 e 1922, transita da incorporação de sólidos princípios de higiene para, então uma novidade, questões relativas ao eugenismo. Desta forma e a partir da existência de um paradigma dominante que somente concebia uma sexualidade feminina para a reprodução, consideramos que um enfoque específico neste eminente pediatra constitui um subsídio enriquecedor para as indagações acerca deste mandado às mulheres e as biopolíticas correlatas, neste caso, focadas em teorias e práxis situadas.


Palavras-chave


maternidade; biopolítica; eugenismo; Aráoz Alfaro; Argentina

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DOI: https://doi.org/10.15175/1984-2503-201911201

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