A messianização do líder: Propaganda de massas nos regimes comunistas e fascistas

Eduardo Vega

Resumo


Este artigo analisa os regimes ditatoriais do século XX que apresentavam tanto características homogêneas como heterogêneas. Partimos da suposição segundo a qual sua origem também foi das mais diversas: golpes militares, revoluções populares, movimento de massas no período pós-guerra e até em democracias legitimamente aceitas pela comunidade internacional. Nossa hipótese é que o grau de doutrinação das massas e de aceitação popular foi bastante diverso, sem esquecer que o poder concentrado nas mãos dos ditadores é imenso, mas igualmente gradual, do mero autoritarismo até a mais cruel tirania. Os ditadores precisaram lançar mão de habilidades de liderança, de talentos oratórios e de grandes doses de messianização popular, mesmo que contassem com o mais completo respaldo militar. Quando o povo está submetido a uma autoridade única e indiscutível, o líder precisa de contínuas ferramentas de aceitação popular no intuito de evitar futuras sublevações contra o cacique. O comunismo e o fascismo sempre se enfrentaram, mas é importante conhecer não somente o que os separa, como também o que os une.

Palavras-chave


Comunismo; fascismo; demagogia; propaganda; populismo

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DOI: http://dx.doi.org/10.15175/1984-2503-201810305

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